As palavras como
objetos físicos.


"O ponto de partida é sempre um poema. Palavras são
cápsulas mágicas que 
encadeiam dão sentidos muito
profundos a sentimentos e comportamentos que nem
sempre são facilmente catalogáveis. Ao transportar o
texto escrito para o mundo real, essa capacidade de
comunicação se amplia, imergindo o espectador em poesia,
que ganha corpo e presença. Minha missão é levar as
pessoas a esses lugares íntimos de
auto-imersão e contemplação empática."

 

Exposição


Fuga (Scape), 2016 Instalação
Apresentada em 2017 no Arte Laguna Prize
De 25/03 a 09/04
Arsenale Veneza, Itália

A inspiração para a composição veio de um poema que lida com a multiplicidade como parte essencial do ser feminino.  A instalação leva o espectador a um ambiente desconhecido para colocá-lo à frente das sensações descritas no texto que deu origem a obra. No centro há um objeto em forma de obelisco ladeado por dois espelhos paralelos. No entorno uma estrutura de correntes suspensas delimitam a área de forma assimétrica, contribuindo para a criação da cápsula tempo-espaço que desengatilha os questionamentos sobre as decisões que bifurcam as nossas vidas a cada minuto.  
 

Testemunha silenciosa dos meus dias
o horizonte que me fitava da janela
linha de fuga de tantas perspectivas
outras
e eu
objeto multifacetado
em várias escalas
prisma cubista de tantas faces
em várias escalas prisma cubista de tantas faces
só assim me via única
 só assim me via única esculpida pelas muitas vertentes
rascunho de possibilidades
infinitas
minhas 

 

Silent witness of my days
the horizon that stared at me from the window escape
line from so many others
perspectives
and I
multifaceted object
at various scales
cubist prism of so many faces
at various scales cubist prism of so many faces
the only way to find myself unique
carved by the many strands
draft of possibilities
infinite
mine

 






 

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