As palavras como
objetos físicos.


"O ponto de partida é sempre um poema. Palavras são
cápsulas mágicas que 
encadeiam dão sentidos muito
profundos a sentimentos e comportamentos que nem
sempre são facilmente catalogáveis. Ao transportar o
texto escrito para o mundo real, essa capacidade de
comunicação se amplia, imergindo o espectador em poesia,
que ganha corpo e presença. Minha missão é levar as
pessoas a esses lugares íntimos de
auto-imersão e contemplação empática."

 

Indio, 2016

Da série: Outros poemas-objetos

manuscrito sobre objeto

 

Seu corpo de urucum deitado na pedra
fictícia
onde o sol sopra um amarelo morno
brisa de liberdade e ócio
Suas costas esculpidas em peroba
Arcos da lombar
Flechas quando te zangas
E quando tudo sabes
curandeiro
Reconhecedor dos ventos
Antecipador das chuvas
o cheiro delas
no ar e na terra
Te ofereço meus seios
E imagino que tinges sobre eles
Padrões que eu desconheço
Dedos que percorrem curvas
Cores que se misturam às minhas
E eu, em liberdade
antropologicamente
sua

Your red-skinned body lying on a fictional
stone
where the sun blows a warm yellow
a breeze of freedom and leisure
Your back carved in peroba
Lumbar arches
Arrows when you ´re enraged
And when wisdom overflows
Healer
Acknowledging the winds
Anticipating raindrops
their smell
on air and on earth
I offer you my breasts
And I imagine you tinge on them
Patterns I do not know
Hands that follow curves
Hues that blend with mine
And I, free
anthropologically
yours







 

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